quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Introdução a Troublemaker, o conto.

Oi estrelinhas!
Esse conto estava fazendo uma festa na minha mente toda a vez que tentava dormir, estava tentando transformar o enredo em algo possível até que eu assisti White Collar, Dexter e algum tempo depois uma maratona com todos os filmes do Velozes e Furiosos. Já dá pra imaginar mais ou menos a temática da bagacinha né?
Diferente do meu último conto postado (desde então escrevi apenas quatro contos contando com esse, o que vou postar , um para o projeto Se7e Visões que logo vai estar disponível para a leitura, assim espero e um conto que quem sabe posto para vocês daqui um tempo, também é muito importante pra mim.) ele não pode ser classificado como fofo, é algo diferente e que se trata de anos pensando e pensando em situações improváveis depois de um excesso de filmes e muito amor por esse gênero e ainda não consegui escrever tudo o que queria pro conto em sete mil palavras, foi muito pouco.
O nome é traduzido como "Encrenqueira" que fica broxante em português. Como veio esse nome?
Estou eu lindamente depois de criar a base do conto assistindo a MTV e adivinha quem aparece? O Olly Murs com essa música divina que bateu exatamente com o que queria passar no nome do conto. A letra não tem muito haver, mas o nome é perfeito e aqui estamos nós. (Para ouvir "Troublemaker" click aqui.)
Já tinha ouvido a música, mas só liguei uma coisa com a outra agora e isso ficou bem divertido, resumindo vai aqui a introdução do conto para vocês junto com um gif que vai ser visto em todos os capítulos do conto que vão ser postados aqui no blog. Esperei finalizar o conto por completo para poder postar a introdução já que não quero que aconteça como aconteceu com Uma Fada Metida a Papai Noel que está sem fim até hoje.
Esse conto tem um "que" de que precisa de uma continuação, mas eu não pretendo fazer isso agora. Ao total ele tem 7.074 palavras, 24 páginas, o que foi um pouco surpreendente porque quando imaginei a estória não pensei que ficaria tão grande assim e como disse lá em cima, mesmo com sete mil palavras não consegui escrever tudo o que queria e por isso esse "que" de quero mais.
Eu não vou ficar dividindo o conto em partes, posto a introdução hoje e o próximo post vai ser o restante do conteúdo porque quando escrevi não separei o conteúdo, então não vou dividir por partes pra postar. Combinado?
A última informação sobre é que esse conto é um dos pontos citados no primeiro livro da minha trilogia, A Princesa da Terra. Esse conto é o que ajuda a personagem principal a entender um grande enigma, mas já digo que o enredo não faz diferença nenhuma para APDT em certo ponto, é apenas um extra, como um livro citado dentro de um livro. Ou seja, se você não conhece a trilogia, pode ler, assim como se você conhece também vai achar interessante ler. 
Então agora sim... Lá vamos nós com a introdução do meu mais novo conto.
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Troublemaker. 
Introdução.

Na maioria das histórias contadas em livros ou algo parecido existe a vilã perfeita que pega todo mundo, então chega à certinha e fofa sem graça cujo o namorado da vilã se apaixona e depois de muitos problemas eles vivem feliz para sempre. Oh coisa mais tédio, até parece que no mundo real a excluída sem noção vai chegar e mudar tudo deixando a suposta vilã humilhada e no fim das contas ela vai se arrepender e aparecer grávida ou em alguma situação pior.
A vida real é completamente diferente. As mocinhas sem graça continuam sempre sem graça e sem futuro, as vilãs com boa cabeça conseguem um futuro de gênio porque tem dinheiro pra isso, mas também tem as vadias sem fundamento que realmente acabam grávidas de qualquer um e apanhando do marido, mas o que eu nunca entendo é o porquê dessas personagens tédio serem tão amadas e colocadas em tronos de ouro como perfeitas e maravilhosas por serem normais.
Ta okay, cara de bunda agora é ser normal? Viver sem expressão agora é normal? Começo a me sentir um alienígena no meio dessa gente toda.
O mundo é movido por dinheiro e os que acreditam em romance sofrem pelos cantos tentando achar alguém que possa decorar poemas fofos e dizer para ela de forma mais fofa ainda de preferência com um buquê de rosas, mas o fundamento disso é sempre que alguém quer levar alguém pra cama. Existe sim a chance de se encontrar um amor verdadeiro, sim, isso é completamente verdade, mas ela é tão mínima que chega a doer na alma observar os românticos chorando pelos cantos.
Na vida real todos os personagens são tão idiotas quanto os personagens daquela novela irritante que passa durante a noite na TV aberta. E o pior é que todos amam e acham o máximo e ainda criam contas na internet apenas para terem seus cinco minutos de fama. Oh gentinha pobre.
Eu poderia entrar bem vestida em um local e roubar tudo o que está lá sem ser percebida enquanto os vendedores estão parados com cara de nada observando alguém que entrou de tênis, camiseta a calça jeans. A aparência é e sempre será a primeira coisa que os seres humanos observam e julgam, e não adianta tentar olhar as coisas da forma mais fofa e querida do mundo, os vilões da vida real sempre vencem se tiverem dinheiro e se forem suficientemente inteligentes para esconderem seus rastros.
Não acredita no que digo? Escolha uma loja grande de um shopping, primeiro vá mal vestida ou mal vestido depende de quem está lendo... De qualquer forma, observe como todos vão te tratar, passe um tempo olhando tudo e várias pessoas vão te perguntar se você quer ajuda. Depois volte muito bem vestido, de preferência com a melhor aparência impossível, bem, ai você vai ser tratado como rei. Não adianta dizer que é mentira, isso é completamente verdade. O dinheiro move o mundo, e se você não tem... Bem, você está ferrado.
Não vê os programas que exploram os menos afortunados? Mostram suas histórias e no fim não ajudam em absolutamente nada, só ganham em cima do pobre coitado que acha que quem sabe pode ganhar algo fazendo uma entrevista com alguém que na verdade tem nojo dele. Um mundo podre e cheio de falso moralismo, mas quem sou eu para dizer alguma coisa sobre isso não é?
Todos já pegaram seus carros e saíram do galpão com todo o lucro, eu me neguei a isso. Meu plano era bem maior e mais estúpido do que tudo isso junto. Puxo a cadeira giratória antiga que está no meio do galpão junto a uma grande mesa de madeira, sento e estico minhas pernas alcançando a mesa. Fecho meu casaco vermelho e tiro do bolso uma caixinha de chicletes.

Logo as luzes horrorosas das lanternas do FBI estavam sobre mim e a única coisa que foi ouvida naquela noite em alto e bom som fui eu oferecendo chiclete a eles. Não havia nenhum vestígio dos carros roubados ou dos documentos falsificados e ninguém tinha ideia de quem eu era, mas eles iam se arrepender de não saber por que Daphne Winchester sabe exatamente quem quer, como vai chegar até lá e onde está se metendo.
Continua.

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E é isso, essa é a introdução do mais novo conto escrito por Stephane Lopes, ewww \õ/
Depois do desastre desses últimos tempos divulgado na minha página do facebook dedicada ao meu livro, achei que não voltaria a escrever tão cedo, mas aqui estou, não vou desistir, e esse conto é a prova para vocês que mesmo quando eu estiver na merda, vou levantar e continuar fazendo o que amo, mesmo que tudo diga que não. 
Espero que tenham gostado, vejo vocês no próximo post. 
xx
Stephy.

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